quarta-feira, novembro 30, 2005

A importância das fraldas

Reza a notícia:

«A tecnologia das fraldas está a ser usada em alguns países com solos desérticos para melhorar a retenção de água e aumentar a produtividade agrícola, segundo vários estudos.

Os cientistas descobriram que os mesmos PSA que mantém os bebés secos podem também reter a água nos solos mais áridos.

Alguns fabricantes começaram já a usar PSA para aumentar as colheitas e fazer crescer mais as plantas, usando um condicionador de solo (TerraCottem) que mistura os polímeros com fertilizantes minerais. No entanto, o custo da tecnologia (cerca de dois dólares por 500 gramas), ainda é demasiado caro para os agricultores dos países em desenvolvimento.»

[ Portugal Diário ]

Efeméride

Escritor e tradutor. Nasceu em Lisboa em 1888 e faleceu, também em Lisboa, a 30 de Novembro de 1935.
Assinalam-se, hoje, os 70 anos da morte de um dos maiores poetas do século XX: Fernando Pessoa. Honra lhe seja feita.

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos

Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.

(Enlaçemos as mãos).


Depois pensemos, crianças adultas, que a vida

Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,

Vai para um mar muito longe, para o pé do Fado,

Mais longe que os deuses.


Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.

Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.

Mais vale saber passar silenciosamente.

E sem desassossegos grandes.


[ Fernando Pessoa ]

Bom dia!

Votos de um excelente dia, caro Capitão Ahab. A mesa está posta. E o pequeno-almoço já está pronto a ser servido. No cardápio consta sumo de laranja natural, café com leite, torradinhas (barradas subtilmente com uma tira de manteiga), croissants acabadinhos de sair do forno e pãozinho quente (que bom que é vê-lo ali mesmo, em cima da toalha com motivos campestres, a fumegar).

Acompanhas-me nesta verdadeira ode matinal? Ah!... quase que se me varria da memória. Estes japoneses apareceram à última hora, decididos a retirar os pés da mesa e a demoverem as cadeiras do sítio. E ousaram em trazer-nos algumas oferendas: sopa de cebola, pepinos em conserva, salada de ervas aromáticas e frutas várias.

Bolas!... Esta ementa nipónica retira todo o misticismo do pequeno-almoço caseiro à portuguesa, hein?!

O Exorcismo...

...de Emily Rose estreia nas salas de cinema, em princípios de Dezembro. Confesso que alimentava algumas expectativas em relação à fita - não só pela qualidade de filmes congéneres, como pelo facto de se tratar de uma história baseada em acontecimentos verídicos.
Recentemente, tive a oportunidade de assistir ao visionamento d'«O Exorcismo de Emily Rose» em casa de um amigo. Por sinal, muito dado a essa coisa de software barato que faz maravilhas (até permite, imagine-se, ver filmes que ainda nem sequer estrearam).
Mas a decepção foi total. O «Exorcismo...» não passa, afinal, de uma história corriqueira, demasiado previsível e vulgar, com uma componente visual que soa a amadorismo. É pena.

terça-feira, novembro 29, 2005

A propósito da saudade...

...descobri, num destes dias, o sítio onde ela mora. O «negro» que sobressai do local onde ele (o sítio da saudade) está alojado, faz-nos mergulhar (ainda mais) nesse abismo chamado nostalgia.
Porque raio temos saudades? Porque raio essa coisa (a saudade) nos provoca tantos e tantos suspiros? Porque é que temos saudade... de ter saudades?!
Ai! (suspiro)... quem bom é recordar bons (e velhos) momentos, vividos a sós (ou acompanhados), em sítios tão prosaicos e distantes. Sugiro uma visita à saudade. AQUI mesmo. Pode não deixar saudades, mas, pelo menos, dá para matar... a saudade.


Quando era pequena pensava que a terra era quadrada e que, uma vez chegados ao final, nos poderíamos debruçar e ver as estrelas. Pensava na altura que isso seria algures na zona de uma estrada que eu vi uma vez e que terminava abruptamente no início de um monte.
Mais tarde soube que havia um lugar chamado Finisterrae e que ao longo dos séculos foi um lugar sagrado precisamente por se acreditar que aí era o fim do mundo.

A diferença deste para o «meu» fim do mundo é que aqui a terra termina no mar. E neste lugar o mar é mágico. Como se todas as recordações continuassem presentes. As minhas e as de todos que lá foram à procura de estrelas.

[recordação «roubada» do Sítio da Saudade]

Caminhos




segunda-feira, novembro 28, 2005

Saudade

Umas cervejas, uma conversa, uma conversa que se alonga por sobre as sombras do que ficou pra trás, do que não ficou esquecido e mesmo tendo acontecido num outro tempo viaja connosco não sabemos até quando, talvez até ao momento em que deixaremos de ser nós mesmos, porque sem memórias seremos apenas um corpo químico e biológico, ainda vivo, mas já não vivendo.
Uma conversa, uma voz que chega no presente mas parece que vem do passado, do melhor do passado, a água muito azul a escorrer da pedra negra no vai-vém que lava a alma e a coloca ao alto, no ângulo perfeito para entender a Terra, o Mar, os velhos que andam pelos caminhos sem olhar à volta, mas com a saudação e até talvez um sorriso pronto para o próximo viandante...
essa voz, o carinho que se desprende dessa voz ao falar das três casas à beira mar a que se resumiu uma infância, talvez a mais bela, embora a mais solitária das infâncias, a ternura imensa que se solta dessa voz enquanto os olhos fogem, pelos caminhos da ilha, pelos caminhos do mar, essa voz que conta que os estaleiros fecharam, que o professor, pessoa magnífica e franca, se matou, essa voz a lembrar outras mortes, outras partidas, como a de José Azevedo, o "Peter", como a de Emanuel Félix, de olhar bondoso e sábio e terno sorriso para o mundo e para quem se cruzasse com ele pelos caminhos da vida.

Recordo, nessa voz de ontem, todas as que prenderam amarras no meu coração - a da senhora de S. João que me ensinou como se fazia o belo queijo e me apalpou as mãos frias para sentenciar : são boas para fazer queijo!, a do velho construtor naval de Sto Amaro erecto como um mastro, grande, mesmo em comparação com o cavername do atuneiro em construção que mostrava orgulhosamente, as vozes do grupo folclórico que em fim de festa e de gravação se lavaram num verdelho com moreia frita, as dos pescadores que nas Lages levaram a curiosa jornalista à pesca, explicando truques e manhas tanto do peixe como de quem lhe dá caça, a do padre a quem ouvi pela primeira vez que a agricultura é a arte de empobrecer alegremente...
Junta-se a estas a voz das cagarras, em eco contra a encosta no caminho para as Lages, gritos a espantar a noite, noites de lua cheia a traçar um caminho no mar.
Vozes mansas, que se logo se calam para deixar que a grandeza da ilha tenha todo o espaço, as estradas correndo direitas, o olhar a fugir para o cimo da montanha para vir, de novo, tombar no mar.
Há sítios, como pessoas, que parecem ter-nos sido próximos desde sempre. Que parecemos reconhecer, na vez de conhecer.
São o essencial do que somos, mesmo que desapareçam. E quando desaparecem do nosso presente, do nosso futuro, deixam tanta
Saudade.

domingo, novembro 27, 2005

Emanuel Félix


Poema dos Náufragos Tranquilos

Somos herdeiros dos quatro ventos
Sem uma vela para lhes dar
Temos amarras e temos lenços
Num cais de pedra para acenar.

Somos herdeiros da maresia
Que salga os olhos de olhar o mar
E temos rios de lava fria
Que se recusam a desaguar.

Somos herdeiros de uma lembrança
de tesouros afundados
e arpoamos a esperança
na nossa morte reclinados.

somos herdeiros de um rombo aberto
no nevoeiro secular
tranquilos náufragos do incerto
vamos morrer no mar.


sábado, novembro 26, 2005

BERNARDO PINTO DE ALMEIDA


(a drummond)


fecham-se os livros guardam sob o pó

um verso esquecido e sublinhado


lembrança da partida de um navio

bilhete que serviu no cais de embarque


passa um comboio ao longe soa um to-

que do apito acorda estremunhado


algum doente num hospital vazio

vinho transmuta-se em vinagre


nada teria a mínima importância

não fosse cada caso elo subtil


ligado a cada outro por um fio

de sentido que secreto tem na infância


a fonte como um crânio frio e inútil
seco como o leito onde antes rio.



sexta-feira, novembro 25, 2005

Navegando por aí...

...encontram-se verdadeiras surpresas. Aqui há dias, registei com agrado o sítio d'As Aventuras de Ashlynn e do Capitão Ahab. Um cantinho repleto de imagens, com pouco texto (como se quer nestas coisas) e uma simplicidade que nos alegra a alma.
Vale a pena partir nesta viagem, rumo ao desconhecido e a um mundo inundado por tanta beleza.
Clique AQUI para o confirmar, por favor.

O paraíso existe...



Fica pr'á próxima!...

Candidatura galaico-portuguesa rejeitada

A candidatura apresentada por Portugal e Espanha junto da UNESCO para classificar como património cultural da humanidade elementos da tradição galaico-portuguesa foi rejeitada.
Para os promotores desta pretensão, este património, que é partilhado desde o norte de Portugal até à região da Galiza, está em risco de desaparecer.

Nas duas proclamações anteriores de obras-primas do património oral e imaterial da Humanidade em 2001 e 2003, a UNESCO distinguiu 47 candidaturas, entre as quais o teatro sânscrito de Kutyattam, na Índia, e as marionetas da Opera dei Pupi, na Sicília.

Esta distinção da UNESCO tem como objectivo consagrar formas de expressão populares e tradicionais, como expressões e tradições orais, a música, a dança, os rituais, a mitologia, os conhecimentos e as práticas sobre a natureza ou artesanato tradicional.

Oportunidades incríveis...

CIA careers
Science, Technology, and Weapons Analyst


Work Schedule:Full Time
Salary: $49,100 to $81,000
Location:Washington, DC metropolitan area

The Directorate of Intelligence (DI) seeks Engineers and Scientists to analyze challenging national security issues, such as foreign weapons development, weapons proliferation, information warfare and emerging technologies.

Minimum requirements include a bachelor's or master's degree in: Aerospace Engineering; Mechanical Engineering; Electrical Engineering; Computer Engineering; Computer Science; Nuclear Engineering; Physics, Mathematics, Chemistry and Chemical Engineering; Biotechnology and Microbiology; Physical Sciences; or Remote Sensing/GIS.

All applicants must successfully complete a thorough medical and psychological exam, a polygraph interview and an extensive background investigation. US citizenship is required.

To be considered suitable for Agency employment, applicants must generally not have used illegal drugs within the last twelve months. The issue of illegal drug use prior to twelve months ago is carefully evaluated during the medical and security processing.

«D. Branca»...

...ela é adorada por tanta e tanta gente. Se o amor existisse assim - num estado tão puro - e se gerasse dependência, por certo o mundo seria bem melhor. Mas o amor nem sempre é bonito. Tal como a «D. Branca»...

"A cocaína é já a droga estimulante preferida dos jovens, ultrapassando o ecstasy e as anfetaminas em alguns países. São principalmente os homens entre os 15 e os 34, a viver em zonas urbanas, os responsáveis por este consumo.

O consumo de cocaína na Europa está a disparar e, em alguns países como a Espanha e o Reino Unido, chega a níveis históricos até aqui só verificados nos Estados Unidos. No total dos 25 Estados membros, no-ve milhões de pessoas já experimentaram a substância e 1,5 milhões são consumidores actuais.
"

[in DN, 25.11.2005]

quinta-feira, novembro 24, 2005

Proposta televisiva...

...mas, infelizmente, só para alguns. Felizes aqueles que têm acesso ao canal Lusomundo Gallery. Hoje, às 21h00, «Delicatessen».

Sinopse: «
num imenso descampado encontra-se um velho edifício habitado por pessoas de costumes estranhos, que têm apenas uma preocupação: alimentar-se. Quando chega um novo inquilino a vida da excêntrica comunidade leva uma reviravolta»...

Em busca da resposta certa

A pergunta traiçoeira do concurso «O Cofre»

Quarta-feira, 23 de Novembro. Canal: RTP1. Programa: «O Cofre» (apresentado por Jorge Gabriel).
Eis a última pergunta à qual o concorrente, aflito, tenta encontrar uma resposta: «Como se chama o programa da RTP que conta com a participação de Alexandre Quintanilha e Nuno Crato?»

Resposta do concorrente:

- «2010»??!...

Jorge Gabriel:
- Não! É melhor dar a oportunidade a um dos negociadores!...
E responde um dos negociadores:
- «2001, Odisseia do Espaço»?!...
Jorge Gabriel:

- Não!!!

E continua o concorrente:

- «Ciência 2010»?!

- «Ciência Viva»??!

- «Viver a Ciência»?!

- «Mais Ciência»??!...

Piiiip
! [aviso sonoro de final de tempo].

Jorge Gabriel:

- Palpites errados! A resposta certa é «4 x Ciência»!!!
Concorrentes e negociadores:
- Ahhhhhhhh!...

Isto é...

...a revolução tecnológica.

quarta-feira, novembro 23, 2005

A objectiva de David Doubilet



Receita afrodisíaca

Lavagante au Champagne

Ingredientes:

1 garrafa de champanhe seco;
3 colheres de sopa de manteiga ou margarina; 1 lavagante vivo; 2 cebolas; pimenta-de-caiena q.b.; rosmaninho q.b.; tomilho q.b.; manjericão q.b.; 3 cenoura pequenas; salsa q.b.; sal q.b.

Mãos-à-obra:
Leve ao lume um tacho (largo) com água temperada com sal. Assim que a água começar a ferver, pegue o lavagante pela carcaça e ponha-o no tacho. Deixe cozer cerca de 15 minutos. Retire-o da água e parta-o ao meio no sentido do comprimento.
Derreter 20 g de margarina numa frigideira grande, leve a alourar em lume médio as cebolas picadinhas, as ervas aromáticas e as cenouras cortadas aos cubos muito miúdo. Mexa lentamente.
Coloque cuidadosamente as metades do lavagante na frigideira e regue com o champanhe.
Derreta o resto da margarina no molho e verta sobre o lavagante.
Tempere com a pimenta-de-caiena.
Deixe cozer sobre lume brando durante cerca de 30 minutos.

A força da terra...

..é inquestionável.

História do mar


O Artur sentiu sobre a orelha uma coisa muito fria, com um som...

- O que é, mãe?

- Não ouves?

Sim, ouvia. Era um som pesado lá ao longe e que depois vinha, vinha e subia, e que depois se tornava mais brandinho, para logo voltar a vir de longe. Parecia música, mas não era bem música. E talvez fosse. Bom, não seria bem música.

- O que é, mãe? - voltou a perguntar. - Que barulho é este?

- É o mar... É a voz do mar...

- A voz do mar?!

- O mar fica longe, mas a voz meteu-se aí dentro. Isto é um búzio.

- E onde nascem os búzios?

- No mar.

-Então é por isso que se ouve...

- Pois é. As ondas fazem um barulho assim quando se ouvem ao longe. E a gente está longe. Não ouves a voz que lá vem?

- Oiço.

- E depois quebra-se assim como as ondas na areia.

- Então isto é o mar? O mar é o oceano. No mapa chamam-lhe oceano. Parece que há vários... . Eu já ouvi aos que andam no quarto ano: é o Oceano Atlântico, o Oceano Índico...

- Não achas que mar é mais bonito?

- Pois é, mar é muito mais bonito.

De repente, fechou os olhos e juntou as duas mãos sobre o búzio, apertando-o contra o ouvido.

- Agora deve ser um navio que lá vem. É mesmo, é, é um navio...

A mãe aproximou o ouvido, desviando o lenço.

- Não ouves?

Não, a mãe não ouvia. Mas o importante para ele era ter o mar apertado entre as mãos. Lá vinha uma onda... e outra.

[Alves Redol]

Ainda o Outono

Canção do OUTONO

Os soluços graves
Dos violinos suaves
Do outono
Ferem a minh'alma
Num langor de calma
E sono.

Sufocado, em ânsia,
Ai! quando à distância
Soa a hora,
Meu peito magoado
Relembra o passado
E chora.

Daqui, dali, pelo
Vento em atropelo
Seguido,
Vou de porta em porta,
Como a folha morta
Batido...

[
Paul Verlaine]

Efeitos adversos

Glob@lização

O mundo em que vivemos...

a PEGADA ECOLÓGICA de cada um de nós

Alimentação - Preferência pelo consumo de produtos nacionais ou produzidos localmente, por alimentos da época e produzidos através da agricultura biológica; Adopção de uma alimentação preferencialmente à base de cereais e vegetais, em detrimento da carne e peixe; Redução do consumo de “fast food”.

Bens de consumo - Redução do nível de consumo, principalmente de bens supérfluos; Preferência de produtos “amigos do ambiente”, duradouros, reciclados ou recicláveis; Reutilização e reaproveitamento de bens, compra em segunda mão; Poupança de energia e água através de simples práticas caseiras, como seja o isolamento térmico, utilização de lâmpadas e aparelhos eléctricos de menor consumo, diminuição do volume de água do autoclismo, etc.

Transportes - Utilização preferencial de transportes públicos, principalmente ferroviários; Sempre que possível andar a pé ou de bicicleta; Manutenção frequente da viatura particular; compra de carros de baixo consumo e abastecidos a gasolina sem chumbo.

Resíduos - Compostagem de resíduos orgânicos no jardim ou quintal de casa; Reciclagem de papel, vidro, plástico, embalagens, pilhas, latas (ecopontos); Reutilização e reaproveitamento de bens, utilização de sacos de compras reutilizáveis; Prioridade de compra de produtos que não venham envolvidos em embalagem excessiva.

terça-feira, novembro 22, 2005

Para memória futura

Era assim Greta Garbo. Um rosto que o tempo não será capaz de apagar. Pelo menos, tão cedo. E ainda bem.

Alvorada...

É Outono. Vale a pena ver a coisa pelo lado positivo: o frio (em demasia, é certo) é compensado pelas cores vivas e alegres que nos contagiam a alma. Existe melhor tela do que a Natureza?!
Um excelente bom dia!

segunda-feira, novembro 21, 2005

Doca


de Todos os Santos

domingo, novembro 20, 2005

Guns


So never mind the darkness
We still can find a way
'Cause nothin' lasts forever
Even cold November rain

Stairway


to heaven?

Luz


Depois de recomposto do post abaixo, tão incompreensível como despropositado, mas cada um sabe o que lhe vai naialma...se é que sabe....
como dizia depois de recomposto do Choque! d'O Horror! d'A Surpresa!!
venho aqui deixar esta tímida fotografia, nada original, eu sei, mas gosto tanto dela, assim amarela, desfasada, desfocada, desnorteada.
Não sei se desnorteada é a melhor palavra, se calhar eu preferia dessuleada, desoesteada, mas não podemos sempre ter o que queremos , já lá diz a velha canção.
Uns reagem melhor, outros muito pior à frustração, deve ser por isso e porque quanto mais temos mais queremos que há tantos deprimidos na velha Europa.
Filosofandos baratos à parte, gosto dela porque parece um caminho, porque não significando nada pode significar tudo, porque sim, pronto!

quarta-feira, novembro 16, 2005

O saber não ocupa lugar

TODA A VERDADE...
...sobre o sexo oral

O sexo oral ocorre quando há estimulação do pénis ou da vagina, utilizando-se a boca. É dividido basicamente em duas categorias: cunilíngua e felação.

Vale a pena lembrar que a higiene é um factor bastante importante na prática do sexo oral e que existe o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis - caso as devidas precauções não sejam tomadas.


1) Cunilíngua
- A cunilíngua é considerada, por algumas mulheres, como uma prática que oferece mais prazer do que o sexo vaginal. Na cunilíngua, o homem pode estimular o clitórise a vulva da mulher com os lábios e com a língua.


2) Felação
-
Também conhecido popularmente como «boquete», «bola-gato» e «chupeta» (entre tantos outros), a felação é a prática sexual em que o pénis do homem é estimulado pela boca da parceira. Dificilmente um homem não irá gostar de receber a felação.
A felação, assim como a cunilíngua, também pode ocorrer estando o homem em pé, sentado ou deitado. Cada qual com sua particularidade.
O importante é ambos estarem confortáveis, aproveitando cada sensação.

«69» brasileiro

O famoso «69» (aqui explicado na versão brasileira) é uma das posições mais excitantes para muitos casais, pois há uma estimulação simultânea de ambos os parceiros.
Nessa posição, o homem ou a mulher fica deitado de frente para o parceiro, enquanto que o outro fica na posição oposta (ou seja, com a cabeça voltada em direcção aos pés do parceiro).

terça-feira, novembro 15, 2005

Queen


I'm just the pieces of the man I used to be
Too many bitter tears are raining down on me
I'm far away from home
And I've been facing this alone
For much too long
I feel like no-one ever told the truth to me
About growing up and what a struggle it would be
In my tangled state of mind
I've been looking back to find
Where I went wrong
Too much love will kill you
If you can't make up your mind
Torn between the lover
And the love you leave behind
You're headed for disaster
'cos you never read the signs
Too much love will kill you
Every time
I'm just the shadow of the man I used to be
And it seems like there's no way out of this for me
I used to bring you sunshine
Now all I ever do is bring you down
How would it be if you were standing in my shoes
Can't you see that it's impossible to choose
No there's no making sense of it
Every way I go I'm bound to lose
Too much love will kill you
Just as sure as none at all
It'll drain the power that's in you
Make you plead and scream and crawl
And the pain will make you crazy
You're the victim of your crime
Too much love will kill you
Every time
Too much love will kill you
It'll make your life a lie
Yes, too much love will kill you
And you won't understand why
You'd give your life, you'd sell your soul
But here it comes again
Too much love will kill you
In the end...
In the end.

john coperfield....será ele o pirilau atómico?

Branca de Neve....os 7 anões andavam a visitar a feira.

segunda-feira, novembro 14, 2005

Ser livre...

...é isto.

Um sorriso por dia, dá saúde e irradia alegria...

SORRISO


Um sorriso
do tamanho da ternura;
Aberto, secreto e luzidio
a beleza em ti irradia,
formosa, discreta e segura.


Vai! Solta a amarra

Dá liberdade à ousadia.

E deixa que a vida traga
de volta a tua alegria.


[Autoria de Rogério Simões]

sábado, novembro 12, 2005

Rokovoko

Queequeg was a native of Rokovoko, an island far away to the West and South.
It is not down in any map; true places never are.

Herman Melville (1819 - 1891)

sexta-feira, novembro 11, 2005

Aviso à navegação!...

O que têm em comum os CTT e a Caixa Geral de Depósitos?!
Resposta: incompetência. Demasiada incompetência...

Assim é o yoga...

...à luz dos que abusam da bebida! ;)

Ups!...

[Sem comentários...]

O aspecto amarelado do Jimmy

A tragédia... o drama... o horror!

quinta-feira, novembro 10, 2005

Shark steak


1-Boa! Acabaram-se os dias de míngua e de peixinhos-da-horta!
Bem que precisavamos de proteínas para acabar de vez a construção dessa embarcação!
2-Bifes de tubarão são tão bons como de atum, o segredo está na confecção.
3-Resta saber de que espécie é o bichano....sendo cação faz aquela bela sopa alentejana. Mas ...e se for Barroso? aposto que esse nem sequer é comestível.


O Carocho, o Barroso, a Lixa, a Tintureira (tubarão azul) ou o Cação,
usado no Alentejo para fazer sopa, são alguns dos tubarões mais
pescados em Portugal.


Shark Steaks Au Poivre

Ingredients:
3 tb Butter
3 tb Chopped shallots
1/3 c Cognac or other brandy
1 c Chicken stock or canned low-
1/2 c Beef stock or canned unsalte
2 c Whipping cream

Salt
6 1 1/2-inch-thick shark steak
2 tb Coarsely ground pepper

Instructions:
Melt 1 tablespoon butter in heavy large medium saucepan over medium-high heat.
Add shallots and saute' until just tender, about 3 minutes.
Add Cognac and simmer until liquid is reduced to 1 tablespoon, about 4 minutes.
Stir in chicken and beef stocks.
Simmer until reduced to 1/3 cup, about 10 minutes.
(Can be prepared 1 day ahead.
Chill.
) Bring stock mixture to boil.
Add cream and simmer until liquid is reduced to 1 1/2 cups, about 20 minutes.
Season with salt.
Keep warm.
Pat shark steaks dry.
Season with salt.
Sprinkle both sides of shark generously with pepper.
Melt remaining 2 tablespoons butter in heavy large skillet over medium-high heat.
Add shark and fry until cooked through, about 4 minutes per side.
Transfer to plates.
Serve with sauce over or under the fish.

Re: Faça-se luz...


Para tudo na vida é preciso saber, Capitão...para ler carta de ventos, para trocar lâmpada no farol...

Cardápio para o ano inteiro...

Meu Capitão Ahab: a pescaria, ontem à tarde, foi abundante. Estive com a minhoca de molho durante mais de 4 horas. Mas valeu a pena. Arranja espaço no congelador, por favor. E começa a procurar receitas que tenham por base o tubarão...

Re:Plágio


É essa a beleza desta viagem que é a vida, Capitão...tudo pode vir a acontecer, o bom, o mau, o péssimo, o óptimo...
Gostei da casa com barco que você escolheu...veja qual é a alternativa.

Faça-se luz...

Homenagem seja feita aos faroleiros. Até quem navega em alto mar - como nós -, divagando por ondas incertas e ventos de sentidos vários, tem no farol uma excelente ajuda para não chocar a embarcação contra os rochedos situados em plena costa.
Caso para perguntar: quem é que se esqueceu de mudar as lâmpadas do farol?! É que o nosso navio tem o casco partido e está a meter água por tudo o que é sítio.

De partida, pois então!

A tua sugestão é para ter em conta, caro capitão Ahab. Por breves minutos, considerei a proposta e decidi que, de facto, resta-nos (também a nós) partir.
Já enviei um mail para a família Schürmann. Eles já se anteciparam há mais tempo. Sem razões de queixa. E isso vê-se AQUI.